Arquivo da categoria ‘Formação’

Estamos num mundo completamente pluralista, por isso precisamos nos tornar verdadeiros especialistas em matéria de fé e conversão. Se não for dessa forma, os cristãos “mais ou menos” não vão resistir; daí a necessidade de um amadurecimento real e concreto na fé.

O Projeto Nacional de Evangelização (2004 – 2007) diz que é preciso ter e levar os outros ao encontro pessoal com Jesus, pois só assim vamos nos tornando maduros na fé, que nada mais é do que sermos crianças nas mãos de Deus. Livres da maturidade somente humana que questiona tudo vamos a caminho de sermos verdadeiros cristãos com coluna vertebral.

Textos-base para um aprofundamento e um exame de consciência a respeito da nossa fé: 1 Cor 3, 1-9; Heb 5, 12-14; Ef 4, 11-15.

A pessoa que tem uma fé vivida de forma madura com Deus é uma pessoa:

01 – Que escolhe inteiramente por Deus.

02 – Que sabe discernir a Vontade de Deus.

03 – Que faz a Vontade de Deus até o fim.

04 – Que vive o Evangelho sem questionamentos.

05 – Que é livre em Deus.

06 – Que sabe obedecer.

07 – Que sabe reconhecer os sinais do tempo.

08 – Que vive uma individualidade e não um individualismo.

09 – Que é capaz de viver a alteridade.

10 – Que vive uma fé com obras.

A pessoa que tem uma fé vivida de forma madura com o próximo é uma pessoa:

01 – Que pergunta, sem duvidar do próximo.

02 – Que vive a fé com o próximo.

03 – Que consegue se adaptar com o diferente.

04 – Que se alegra com o crescimento do próximo.

05 – Que reconhece o outro por também ser um filho de Deus.

06 – Que sabe o seu papel na sociedade.

07 – Que contagia o próximo com a santidade.

08 – Que tem como única competição amar mais o próximo.

09 – Que ama com caridade.

10 – Que é original na fé e na opinião.

A pessoa que tem uma fé vivida de forma madura consigo é uma pessoa:

01 – Que tem autonomia na fé.

02 – Que é perseverante, mesmo no sofrimento.

03 – Que se engaja e se compromete.

04 – Que é especialista no que faz.

05 – Que é como para-raios na intercessão.

06 – Que conhece a própria verdade.

07 – Que assume as experiências vividas.

08 – Que sabe receber elogios e também as críticas.

09 – Que sabe falar, mas também escutar.

10 – Que se deixa trabalhar no temperamento pelo Espírito de Deus. 

Padre Anderson Marçal
Site Canção Nova

Exaltação da Santa Cruz

Publicado: 14 de setembro de 2010 em Formação, Sagrada Escritura
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Se não houvesse a cruz, a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o inferno

A Festa da Exaltação da Santa Cruz, que celebramos hoje, 14 de setembro, é a Festa da Exaltação do Cristo vencedor. Para nós cristãos, a cruz é o maior símbolo de nossa fé, cujos traços nós nos persignamos desde o início do dia, quando levantamos, até o fim da noite ao deitarmos. Quando somos apresentados à comunidade cristã, na cerimônia batismal, o primeiro sinal de acolhida é o sinal da cruz traçado em nossa fronte pelo padre, pais e padrinhos, sinalando-nos para sempre com Cristo.

A Cruz recorda o Cristo crucificado, o seu sacrifício, o seu martírio que nos trouxe a salvação. Assim sendo, a Igreja há muito tempo passou a celebrar, exaltar e venerar a Cruz, inclusive como símbolo da árvore da vida que se contrapõe à árvore do pecado no paraíso, quando a serpente do paraíso trouxe a morte, a infelicidade a este mundo, incitando os pais a provarem o fruto da árvore proibida. (Gn 3,17-19)

No deserto, a serpente também provocou a morte dos filhos de Israel, que reclamavam contra Deus e contra Moisés (Nm 21,4-6). Arrependendo-se do seu pecado, o povo pediu a Moisés que intercedesse junto ao Senhor para livrá-los das serpentes. Assim, o Senhor, com sua bondade infinita, ordenou a Moisés que erguesse no centro do acampamento um poste de madeira com uma serpente de bronze pendurada no alto, dizendo que todo aquele que dirigisse seu olhar para a serpente de bronze se curaria. (Nm 21,8-9)

Esses símbolos do passado, muito conhecidos pelo povo (serpente, árvore, pecado, morte), nos dizem que na Festa da Exaltação da Santa Cruz, no lugar da serpente de bronze pendurado no alto de um poste de madeira, encontramos o próprio Jesus levantado no lenho da Cruz. Se o pecado e a morte tiveram sua entrada neste mundo através do demônio (serpente do paraíso) e do deserto, a bênção, a salvação e a vida eterna vêm do Cristo levantado no alto da Cruz, de onde Ele atrai para si os olhares de toda a humanidade. Assim, a Igreja canta na Liturgia Eucarística de Festa: “Santa Cruz adorável, de onde a vida brotou, nós, por Ti redimidos, te cantamos louvor!” A Cruz não é uma divindade, um ídolo feito de madeira, barro ou bronze, mas sim, santa e sagrada, onde pendeu o Salvador do mundo. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que, pela CRUZ, o Senhor continua a derramar sobre nós

A Confissão e seus efeitos

Publicado: 25 de agosto de 2010 em Formação, Orações
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Este sacramento nos reconcilia com a Igreja

Toda a força da penitência reside no fato de ela nos reconstituir na graça de Deus e de nos unir a Ele com a máxima amizade. Portanto, a finalidade e o efeito deste sacramento são a reconciliação com o Senhor. Os que recebem o sacramento da penitência, com coração contrito e disposição religiosa, “podem usufruir da paz e tranquilidade da consciência, que vem acompanhada de uma intensa consolação espiritual. Com efeito, o sacramento da reconciliação com Deus traz consigo uma verdadeira “ressurreição espiritual, uma reconstituição da dignidade e dos bens da vida dos filhos de Deus, entre os quais o mais precioso é a amizade de Deus.

A fórmula da absolvição em uso na Igreja latina exprime os elementos essenciais deste sacramento: o Pai das misericórdias é a fonte de todo perdão. Ele opera a reconciliação dos pecadores pela páscoa de seu filho e pelo Dom do Espirito, através da oração e ministério da Igreja.

“Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para a remissão dos pecados, te conceda, pelo Ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo” (Ritual Romano, Rito da Penitência).

Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do purgatório a remissão das penas temporais, consequências dos pecados. Este sacramento nos reconcilia com a Igreja. O pecado rompe ou quebra a comunhão fraterna. O sacramento da penitência a repara ou restaura. Neste sentido, ele não cura apenas aquele que é restabelecido na comunhão eclesial, mas também há um efeito vivificante sobre a vida da Igreja, que sofreu com o pecado de um de seus membros.

Não devemos esquecer que a reconciliação com Deus tem como consequencia, por assim dizer, outras reconciliações capazes de remediar outras rupturas ocasionadas pelo pecado: o penitente perdoado reconcilia-se consigo mesmo no íntimo mais profundo de seu ser, quando recupera a própria verdade interior; reconcilia-se com os irmãos que, de alguma maneira, ofendeu e feriu; reconcilia-se com a Igreja; e reconcilia-se com toda a criação.

Neste sacramento, o pecador, entregando-se ao julgamento misericordioso do Todo-poderoso, antecipa, de certa maneira, o julgamento a que será sujeito no fim da vida terrestre. Pois é agora, nesta vida, que nos é oferecida a escolha entre a vida e a morte, e só pelo caminho da conversão poderemos entrar no Reino do qual somos excluídos pelo pecado grave. Convertendo-se a Cristo pela penitêcia e pela fé, o pecador passa da morte para a vida “sem ser julgado” (cf. Jo 5,24).

A Biblia e o Celular

Publicado: 25 de agosto de 2010 em Formação, Sagrada Escritura
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Já imaginou o que aconteceria se tratássemos nossa Bíblia do jeito que tratamos nosso celular?

E se sempre carregássemos nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecêssemos em casa ou no escritório?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se com ela presenteássemos as crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela “pega” em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.
Nela encontramos alguns telefones de emergência.
Quando você estiver triste, ligue João, 14.
Quando pessoas falam de você, ligue Salmo 27.
Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.
Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6: 19,34.
Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91.
Quando sentir Deus distante, ligue Salmo 63.
Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus, 11.
Quando você estiver solitário e com medo, ligue 1 Coríntios, 13.
Para saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3: 12-17.
Quando você se sentir triste e sozinho, ligue Romanos 8: 31,39.
Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus, 11: 25-30.
Quando o mundo parecer maior que Deus, ligue Salmo 90.

Buscai o Senhor enquanto se pode achá-lo. Invocai-o enquanto está perto. (Isaías,55: 6).

O Filhos do Céu está organizando um encontro de formação que será realizado no dia 13/06 na Igreja Nossa Senhora Aparecida no bairro Novo Progresso (proximo ao final do ônibus 2170).

O tema do Encontro tratará sobre os Votos Franciscanos, pois com eles podemos seguir todos os passos de Jesus Cristo de uma maneira muito simples.

O objetivo deste Encontro é proporcionar para você um encontro intimo e pessoal com Deus e tambem proporcionar um conhecimento sobre a fé Cristã.

Contamos com sua presença venha participar deste “Dia de Graça”.

Oração de Entrega

Publicado: 19 de março de 2010 em Formação, Orações
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Todas as vezes que você se sentir afastado de de Deus, lembre – se que ele nunca se afasta de você.

Esta oração nos ajuda a reconhecer nossas miserias e que apesar disso, Deus no seu infinito amor, Nunca nos irá nos desamparar

Oração de Entrega

Senhor Jesus, eu quero agora me prostar diante da maior prova do Teu amor por mim: a tua cruz redentora.

Reconheço todo meu pecado que pesou sobre Teu Corpo, fazendo com que Teu Sangue jorrasse para o perdão destes mesmos pecados. Eu agora os apresento a Ti, arrependendo-me deles.

Ó Jesus, eu Te peço: perdoa-me por todo mal instalado no meu coração; toda raiz de ódio, inveja, gula, julgamento, maledicência, mentira, egoísmo, orgulho, vaidade, vícios e desregramentos, preguiça, avareza, sensualidade, soberba, impaciência…(acrescente o que estiver em seu coração) Eu me arrependo, também, de toda infidelidade a Ti, das vezes que busquei a solução para os meus problemas em lugares onde não Te professavam como o único e verdadeiro Deus, Senhor e Salvador. Senhor, eu reconheço toda a minha fraqueza e Te peço agora: dá-me a força do Teu Espírito Santo para que eu não volte mais a pecar. Jesus, tem piedade de mim!

Obrigado, Senhor, pelo Teu perdão.

Obrigado pelo Teu infinito amor.

Obrigado pelo Teu Espírito Santo.

Amém!

Carta de João Paulo II aos Jovens…

Publicado: 5 de março de 2010 em Formação, Recados
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O Papa que converteu muitos jovens com seu testemunho

Como nosso amigo Mateus fez o encontro sobre a Carta do Papa João Paulo II aos jovens, não temos muito o que falar, apenas leia esta carta e veja que não é porque um jovem vai a Igreja, que ele é careta…

Precisamos de Santos sem véu ou batina. Precisamos de Santos de calças jeans e tênis. Precisamos de Santos que vão cinema, ouvem música e passeiam com os amigos. Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “lascam” na faculdade. Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade. Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo. Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais. Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo. Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman. Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.